Veio agora a SEDES criticar o Governo pelo seu eleitoralismo, alegadamente evidenciado por algumas medidas sociais, tais como pequenas deduções nos escalões dos impostos dos agregados mais desfavorecidas e uns abatimentos no IMI. Aquela Associação aproveitou ainda para formular críticas ao Governo devido ao recuo nas reformas que vinha encetando, mas nficamos sem saber quais são essas reformas, tanto mais que, ainda recentemente, foi aprovado o chamado "Código do Trabalho", que tanto agradou, de um modo geral, ao patronato.
Afinal, o que quer a Sedes? A resposta só pode ser uma: pressionar o Governo a tomra mais medidas penalizadoras dos trabalhadores e de vastas camadas da classe média, assorbadas e aflitas pelo curso da vida que as afecta no dia a dia. A Sedes ainda quer mais...Tal como o chamado "Compromisso Portugal".
É caso para afirmar «Eles comem tudo, eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada». Ou então, recordar aqui as palavras do nosso Almeida Garret no seu livro «Portugal na Balança da Europa» e perguntar tal como ele: «Quantos pobres são necessários para criar um rico em Portugal?»
quinta-feira, 10 de julho de 2008
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