De onde vens, ó amigo,
que nunca vi teus sinais
do olhar ausentes?
Onde estás, ó amigo,
que não tenho sentido
de ti o grito da tua raiva?
Para onde vais, ó amigo,
que não deixas
de ti
sinais da tua ânsia
ao vento?
António Assunção
quarta-feira, 9 de abril de 2008
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