Colhi do jornal Público de hoje alguns extractos que considero muito significativos. Ei-los:
(citando Eça de Queirós, 1871): «O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido. (...). A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia».
Francisco Sarsfield Cabral fala, em artigo seu, da actualidade da Doutrina Social da Igreja, como «doutrina para o século XXI».
«Portugal está a ser dirigido por medíocres», escreveu Medina Carreira, no Correio da Manhã.
E eis este naco curioso do Editorial do Diário de Notícias:
« A revolução, nos dias que correm, já não se pode fazer apenas puxando as lapelas dos casacos dos políticos. Faz-se...fazendo, agindo, imaginado outro futuro», numa alusão, certamente, às agressões perpetradas sobre Vital Moreira, na manifestação do 1.º de Maio, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.
Morreu Augusto Boal, fundador do Teatro do Oprimido. Segundo ele, todos podemos fazer teatro. E: «hoje, todas as formas de expressão e comunicação estão nas mãos dos opressores». Ainda segundo Boal, «a televisão oferece um crime estético». A metodologia dramatúrgica de Augusto Boal assentava na luta dos oprimidos pela palavra, pelo som e pela imagem.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
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